Os médicos formados no exterior que participam da primeira fase da segunda edição do Revalida 2026 têm até o próximo sábado (19) para comprovar a conclusão da graduação em medicina fora do país.
Envio de documentos pelo sistema
O envio do diploma, certificado de conclusão ou documento equivalente deve ser feito diretamente por meio da Página do Participante, acessível pelo Sistema Revalida no portal oficial do Inep. A data limite para a postagem da documentação é 19 de setembro.
Risco de eliminação da prova prática
De acordo com as normas estabelecidas no edital vigente, o candidato que deixar de enviar os papéis exigidos será impedido de confirmar a inscrição na próxima fase do exame. Essa restrição vale mesmo para os profissionais que alcançarem a nota de corte necessária na avaliação teórica, fixada em 60 ou mais pontos. A segunda etapa do processo se destina justamente a testar as habilidades clínicas dos médicos formados em instituições estrangeiras.
Objetivo do exame nacional
Criado para validar os diplomas emitidos por faculdades de fora do país, o Revalida busca assegurar que os profissionais possuem a capacitação adequada para atuar no Brasil, respeitando as diretrizes e demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa é uma parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde.
A prova se divide em duas fases distintas: a teórica e a prática. Ambas utilizam como parâmetro o atendimento em âmbitos de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, emergência e comunitária, alinhando-se às Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de medicina.
Passar no exame comprova que a formação obtida no exterior equivale ao padrão exigido pelas universidades brasileiras, permitindo que o processo de revalidação seja concluído junto às instituições públicas de ensino superior parceiras.









